
Chiquinho e Juninho (1994)
Em 1994, o Sport tinha um time rápido, ofensivo e bastante jovem, cheio de pratas-da-casa e jogadores da região. A dupla de meio-campistas do Leão era a representação perfeita de tudo isso. Chiquinho surgiu nos campos de pelada de Olinda e Juninho foi formado na base rubro-negra. Velozes, técnicos, insinuantes, os dois meias eram davam a dinâmica ofensiva da equipe que conquistou o Pernambucano, a primeira Copa do Nordeste do Sport e chamou atenção de vários outros clubes do país após uma campanha de resultados surpreendentes no Brasileirão, como os 5×2 aplicados sobre o São Paulo e o Botafogo.
Jackson e Leonardo (1998)
Em 1998, o Sport contava com uma equipe muito bem encaixada sob a batuta do técnico Mauro Fernandes e dois jogadores que desequilibravam do meio pra frente. Jackson na armação e Leonardo na finalização deram a velocidade e a imprevisibilidade necessárias ao ataque para que o Sport conquistasse o título estadual daquele ano de forma invicta e realizasse boa campanha na Série A, parando nas quartas-de-final diante do Santos. Jackson ainda fez parte da Seleção do Campeonato escolhida pela Revista Placar à época.
Nildo e Adriano (2000)
Naquele que foi um dos melhores times montados pelo Sport das últimas décadas, duas duplas se destacavam no meio-campo. Nildo e Adriano conseguiram um encaixe perfeito na armação do time. O primeiro mais veloz e driblador, o segundo cerebral, ambos com muita visão de jogo e capacidade de marcar gols. Foram fundamentais para o Leão a conquistar o penta no Pernambucano e o segundo título da Copa do Nordeste, além de uma campanha memorável na Copa João Havelange e do vice na Copa dos Campeões.
Leomar e Sidney (2000)
A dupla de volantes daquela equipe também merece menção. Sem dúvidas uma das melhores da história recente do Sport, Leomar e Sidney também se encaixavam muito bem. Sidney, apelidado de formiguinha, corria o campo inteiro, dando muita intensidade ao meio do Leão. Leomar protegia mais a frente da área com estatura e capacidade física maiores. Também foram importantíssimos nos títulos e boas campanhas de 2000.
Cléber e Nildo (2002 e 2003)
Após Nildo voltar aos gramados após mais de 1 ano parado, a dupla formou o meio-campo do Sport durante a Série B de 2002, em que o Sport parou nas quartas diante do Etti Jundiaí. Ali já demonstravam entrosamento e grande capacidade de conduzir o meio-campo rubro-negro. Mas contando com um ataque inoperante, não conseguiram fazer muito. No ano seguinte, a boa capacidade física, visão de jogo e chutes de longa distância de Cléber, aliados à velocidade e técnica de Nildo, além da chegada de bons parceiros de ataque foram fundamentais na conquista do estadual e nos bons desempenhos na Copa do Brasil e na Série B, em que o Sport ficou no quase novamente.
Adriano Chuva e Valdir Papel (2003)
Motivo de muitos trocadilhos logo quando chegaram à equipe rubro-negra em 2003, a dupla de ataque fez parceria marcante também em campo. Chuva saía mais da área, buscava mais o jogo, Papel tentava sempre se posicionar pra escorar pro gol. Com muitos gols (Papel fez 26, Chuva 17 na temporada) conquistaram o título estadual e ajudaram nas boas campanhas na Copa do Brasil e Série B daquele ano.
Luizinho Netto e Romerito (2008)
Aqui uma dupla diferente: a que transformou a bola parada do Leão em uma jogada mortal no ano de 2008. Naquele ano, faltas laterais e escanteios se tornaram mais perigosos que faltas frontais próximas à área adversária graças às cobranças teleguiadas de Luizinho Netto para as cabeçadas certeiras de Romerito. A jogada foi repetida diversas vezes com sucesso durante o Campeonato Pernambucano e na Copa do Brasil, ambas conquistadas pelo rubro-negro, e virou um das marcas registradas daquela equipe.
Daniel Paulista e Sandro Goiano (2008)
Daquele glorioso ano vale também destacar a dupla de volantes da equipe rubro-negra. Daniel e Sandro aliaram força na marcação, bom posicionamento e ótima capacidade de iniciar as jogadas para ajudar nas grandes conquistas do Sport daquele ano e marcar seus nomes como uma das melhores duplas de volantes que o Leão já teve.
Lucas Lima e Marcos Aurélio (2013)
Em meio a uma equipe de muita disposição e vontade, dois jogadores davam o brilho técnico. Lucas Lima era o responsável por criar a grande maioria das jogadas, com boa visão de jogo e passes precisos, Marcos Aurélio se encarregava de finalizar os lances com maestria. Juntos marcaram 29 gols na campanha que levou o Sport de volta à Série A naquele ano.
Diego Souza e André (2015 e 2017)
No ano de 2015 o Sport fez sua melhor campanha na Série A de pontos corridos. E além da grande organização tática da equipe, dois nomes foram responsáveis diretos por isso. Diego Souza e André foram os comandantes do ataque com enorme capacidade técnica e decisiva, fechando o campeonato com 22 gols marcados em conjunto. Se separaram no ano seguinte, mas voltaram a se encontrar no Leão em 2017. Em uma equipe mais desorganizada dentro e fora de campo, encontraram mais dificuldades. Mas ainda conquistaram o Estadual daquele ano e ajudaram com 27 gols e várias assistências à equipe permanecer na Série A.
